segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

AUDIODESCRIÇÃO

Entrevista com Graciela Pozzobon - Programa do Jô





Audiodescrição é a descrição clara e objetiva de todas as informações que podem ser compreendidas visualmente e que não estão contidas nos diálogos. As expressões faciais e corporais, informações sobre o ambiente, figurino, efeitos especiais, mudanças de tempo e espaço são alguns exemplos de audiodescrição.
Este recurso permite que o usuário receba a informação contida na imagem ao mesmo tempo em que esta aparece, possibilitando que a pessoa desfrute integralmente da obra, seguindo a trama e captando a subjetividade da narrativa, da mesma forma que alguém que enxerga.
As descrições acontecem nos espaços entre os diálogos e nas pautas entre as informações sonoras do filme ou espetáculo, nunca se sobrepondo ao conteúdo sonoro relevante, de forma que a informação audiodescrita se harmoniza com os sons do filme.
A audiodescrição vem preencher uma lacuna para o público deficiente visual, pois além da acessibilidade, também amplia o entendimento dessas pessoas em eventos culturais, gravados ou ao vivo, como: peças de teatro, programas de televisão, exposições, amostras, musicais, óperas, desfiles e espetáculos de dança, eventos turísticos, esportivos, pedagógicos e científicos tais como aulas, congressos, palestras, feiras e outros, por meio de informação sonora.
Na escola este recurso de tecnologia assistiva é utilizado com alunos deficientes visuais. O professor pode trabalhar com textos de diferentes gêneros, oportunizando a este aluno a inclusão nas atividades escolares junto com os colegas aprimorando assim, sua aprendizagem.
       

Audiodescrição - Abertura do filme: O Rei Leão


sábado, 19 de outubro de 2013

Jogo criativo que estimula o desenvolvimento e a aprendizagem do aluno com deficiência intelectual.

“O professor deve entender as dificuldades dos estudantes com limitações de raciocínio e desenvolver formas criativas para auxiliá-los”
Cinthia Rodrigues (novaescola@fvc.org.br)

É na brincadeira e no jogo que a criança aprende a lidar com o mundo, recriando situações do cotidiano, adquirindo conceitos básicos para formar sua personalidade, vivenciando sentimentos das mais variadas espécies.
De acordo com as concepções de Vygotsky, o jogo e o brinquedo são instrumentos que devem ser explorados na escola como um recurso pedagógico de grande valia, pois além de desenvolver as regras de comportamento, o jogo atua na zona de desenvolvimento proximal, ou seja, a criança consegue, muitas vezes realizações numa situação de jogo, as quais ainda não é capaz de realizar numa situação de aprendizagem formal.
Os jogos e/ou atividades lúdicas promovem o crescimento emocional e social, pois sempre há um desafio interessante e vivo, tornando a aprendizagem natural e rápida. A criança com deficiência intelectual participa ativamente como parte integrante do processo, desenvolvendo-se de maneira integral, onde todas as habilidades e motivações são exploradas.
Os estudos de Piaget (1975) proporcionam a concepção de que os jogos não são apenas uma forma de entretenimento para gastar energia das crianças, mas meios que contribuem para o seu desenvolvimento cognitivo.
De acordo com Vygotsky (1998), a arte de brincar pode ajudar a criança com necessidades educativas especiais a desenvolver-se e comunicar-se consigo mesma e com os outros que a cercam, bem como ajuda também a desenvolver a imaginação, a confiança, a autoestima, o autocontrole e a cooperação. O lúdico possibilita que essa criança se torne cada vez mais autônoma, melhorando sua consciência corporal. Pelo jogo ela aprende, verbaliza, comunica-se com as pessoas, internaliza novos comportamentos e, consequentemente se desenvolve.

JOGO DE ARGOLA


Estimula:
Percepção viso-motora, identificação de cores, relação número/quantidade e cálculos.
Descrição:
10 garrafas descartáveis. Colocar uma porção de areia no fundo da garrafa.
Cortar papel crepom de cores variadas, em tiras e colocar em cada garrafa uma cor.
Recortar em papel preto os numerais de 1 a 10 e colar um em cada garrafa. Cortar tampas de plástico no tamanho que encaixem nas garrafas, para servir de argolas.
Exploração:
        As garrafas ficam agrupadas, e a uma distância de 4 a 6 metros as crianças lançam a argola: quando acertam, verificam o número contido na garrafa e retiram no material de contagem a cor e a quantidade correspondentes. Ganha quem conseguir o maior número de pontos. 

       Este vídeo mostra a confecção de brinquedos pedagógicos com sucatas:









domingo, 1 de setembro de 2013

Há um medo universal na gente, é o temor da insuficiência e da falta de fé em nós mesmos. O medo pode estar baseado no desconhecido. 
Quando aprendemos como fazer, deixamos os preconceitos e buscamos nossas formas para atingir o que queremos. 
"Quanto maior for a dificuldade, maior será a glória"

Jéssica Cox   

TECNOLOGIA ASSISTIVA

”Tecnologia Assistiva – TA é um termo ainda novo, utilizado para identificar todo o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão.” (BERSCH, 2008)

          As TAs têm como objetivo proporcionar à pessoa com deficiência, maior independência, qualidade de vida e inclusão social, através da ampliação de sua comunicação, mobilidade, controle de seu ambiente, habilidades de seu aprendizado, trabalho e integração com a família, amigos e sociedade. Deve ser entendida como um auxílio que promoverá a ampliação de uma habilidade funcional deficitária ou possibilitará a realização da função desejada, que se encontra impedida por circunstância de deficiência.

         Na perspectiva da educação inclusiva, a tecnologia assistiva é voltada a favorecer a participação do aluno, com deficiência nas diversas atividades do cotidiano escolar, vinculadas aos objetivos educacionais comuns. São exemplos de TAs na escola: os materiais pedagógicos acessíveis, a comunicação alternativa, os recursos de acessibilidade ao computador, os recursos para mobilidade, localização, a sinalização, o mobiliário que atenda às necessidades posturais, entre outros.

Aranha-mola - é um recurso produzido com um arame revestido, onde os dedos e a caneta são encaixados. O objetivo da aranha-mola é estabilizar ou auxiliar nos movimentos de pessoas com deficiência física nas atividades em que utilizam lápis, caneta ou pincel.

segunda-feira, 29 de julho de 2013

O AEE – Atendimento Educacional Especializado é um serviço da educação especial que identifica, elabora e organiza recursos pedagógicos e de acessibilidade, que tem como uma das funções eliminar barreiras para a plena participação dos alunos no contexto escolar como um todo, considerando suas necessidades específicas. Também promove o acesso e condições para uma educação de qualidade, complementa e/ou suplementa a formação do aluno com vistas à autonomia e independência na escola e fora dela.
O professor do AEE tem a função de oferecer melhores condições possíveis de inserção no processo educativo, aos alunos que são público alvo na Educação Especial. Para atuação no AEE, este professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício da docência e formação na educação especial, inicial ou continuada.
Nas Salas de Recurso Multifuncionais o professor deve elaborar e executar o plano do AEE, avaliando sua funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos educacionais e de acessibilidade, devendo ser constantemente revisado e atualizado, buscando sempre o melhor para o aluno, considerando que cada um deve ser atendido em suas particularidades.
O estudo de Caso tem como objetivo construir um perfil do aluno que possibilite elaborar um plano de intervenção. É efetivado pelo professor do AEE em colaboração com o professor do ensino regular e com outros profissionais que trabalham com esse aluno no contexto escolar e também com a família que trará informações importantes quanto ao desempenho deste aluno nas atividades domiciliares.
O plano do Atendimento Educacional Especializado é de suma importância para a aprendizagem e desenvolvimento dos alunos atendidos na Sala de Recurso Multifuncional, pois nele estão contidos os objetivos e metas traçados e as estratégias que serão utilizadas para o desenvolvimento deste aluno, bem como a garantia de acesso ao conhecimento cognitivo, autonomia, permanência do mesmo na escola e sua participação efetiva no processo de aprendizagem junto com os demais alunos.

domingo, 26 de maio de 2013

Educação Inclusiva/Especial.

Educação Inclusiva/Especial  (http://deficiencia.no.comunidades.net/index.php?pagina=1115276908‎)

                  Texto interessante, pois conceitua a educação inclusiva de maneira objetiva, coloca a importância da tecnologia em prol da educação especial garantindo o direito de acesso ao conhecimento, dando ao indivíduo a chance de mostrar seu potencial, bem como, abrindo um novo mundo de possibilidades comunicativas e de acesso à informação, permitindo facilitar o processo educativo, que tem como objetivo a formação integral do aluno especial. Aborda, de forma sucinta, se o ensino regular é a melhor opção, para um criança com necessidades educativas especiais. Sabemos que a educação inclusiva é atualmente um dos maiores desafios do sistema educacional. A intenção é que cada pessoa possa procurar a plenitude do seu existir, para participar ativamente na construção de sua vida pessoal com qualidade.


 “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais…” (Rubem Alves)



Não se pode limitar a visão da inclusão, apenas pela inserção de crianças com síndromes ou deficiências em turmas de ensino regular. Esta inclusão deve referir-se a um novo redimensionar, desencadeando uma aprendizagem de melhor qualidade para todos.






"Se dois homens vêm andando, cada um carregando um pão, e, ao se encontrarem, trocam os pães, cada homem vai embora com um.
Porém, se dois homens vêm andando cada um carregando uma ideia, e, ao se encontrarem, eles trocam as ideias, cada homem vai embora com duas."
Provérbio  Chinês








sábado, 25 de maio de 2013

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO
CÂMARA DE EDUCAÇÃO BÁSICA

RESOLUÇÃO Nº 4, DE 2 DE OUTUBRO DE 2009 (*)

Institui Diretrizes Operacionais para o
Atendimento Educacional Especializado na
Educação Básica, modalidade Educação
                                                                                                  Especial.

                        O Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional de Educação, no uso de suas atribuições legais, de conformidade com o disposto na alínea “c” do artigo 9º da Lei nº 4.024/1961, com a redação dada pela Lei nº 9.131/1995, bem como no artigo 90, no § 1º do artigo 8º e no § 1º do artigo 9º da Lei nº 9.394/1996, considerando a Constituição Federal de 1988; a Lei nº 10.098/2000; a Lei nº 10.436/2002; a Lei nº 11.494/2007; o Decreto nº 3.956/2001; o Decreto nº 5.296/2004; o Decreto nº 5.626/2005; o Decreto nº 6.253/2007; o Decreto nº 6.571/2008; e o Decreto Legislativo nº 186/2008, e com fundamento no Parecer CNE/CEB nº 13/2009, homologado por Despacho do Senhor Ministro de Estado da Educação, publicado no DOU de 24 de setembro de 2009, resolve:

          Art. 1º Para a implementação do Decreto nº 6.571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação nas classes comuns do ensino regular e no Atendimento Educacional Especializado (AEE), ofertado em salas de recursos multifuncionais ou em centros de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
       Art. 2º O AEE tem como função complementar ou suplementar a formação do aluno por meio da disponibilização de serviços, recursos de acessibilidade e estratégias que eliminem as barreiras para sua plena participação na sociedade e desenvolvimento de sua aprendizagem.
       Parágrafo único. Para fins destas Diretrizes, consideram-se recursos de acessibilidade na educação aqueles que asseguram condições de acesso ao currículo dos alunos com deficiência ou mobilidade reduzida, promovendo a utilização dos materiais didáticos e pedagógicos, dos espaços, dos mobiliários e equipamentos, dos sistemas de comunicação e informação, dos transportes e dos demais serviços.
          Art. 3º A Educação Especial se realiza em todos os níveis, etapas e modalidades de ensino, tendo o AEE como parte integrante do processo educacional.
           Art. 4º Para fins destas Diretrizes, considera-se público-alvo do AEE:
        I – Alunos com deficiência: aqueles que têm impedimentos de longo prazo de natureza física, intelectual, mental ou sensorial.
          II – Alunos com transtornos globais do desenvolvimento: aqueles que apresentam um quadro de alterações no desenvolvimento neuropsicomotor, comprometimento nas relações sociais, na comunicação ou estereotipias motoras. Incluem-se nessa definição alunos com autismo clássico, síndrome de Asperger, síndrome de Rett, transtorno desintegrativo da infância (psicoses) e transtornos invasivos sem outra especificação.
           III – Alunos com altas habilidades/superdotação: aqueles que apresentam um potencial elevado e grande envolvimento com as áreas do conhecimento humano, isoladas ou combinadas: intelectual, liderança, psicomotora, artes e criatividade.
(*) Resolução CNE/CEB 4/2009. Diário Oficial da União, Brasília, 5 de outubro de 2009, Seção 1, p. 17.
            Art. 5º O AEE é realizado, prioritariamente, na sala de recursos multifuncionais da própria escola ou em outra escola de ensino regular, no turno inverso da escolarização, não sendo substitutivo às classes comuns, podendo ser realizado, também, em centro de Atendimento Educacional Especializado da rede pública ou de instituições comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos, conveniadas com a Secretaria de Educação ou órgão equivalente dos Estados, Distrito Federal ou dos Municípios.
          Art. 6º Em casos de Atendimento Educacional Especializado em ambiente hospitalar ou domiciliar, será ofertada aos alunos, pelo respectivo sistema de ensino, a Educação Especial de forma complementar ou suplementar.
       Art. 7º Os alunos com altas habilidades/superdotação terão suas atividades de enriquecimento curricular desenvolvidas no âmbito de escolas públicas de ensino regular em interface com os núcleos de atividades para altas habilidades/superdotação e com as instituições de ensino superior e institutos voltados ao desenvolvimento e promoção da pesquisa, das artes e dos esportes.
          Art. 8º Serão contabilizados duplamente, no âmbito do FUNDEB, de acordo com o Decreto nº 6.571/2008, os alunos matriculados em classe comum de ensino regular público que tiverem matrícula concomitante no AEE.
             Parágrafo único. O financiamento da matrícula no AEE é condicionado à matrícula no ensino regular da rede pública, conforme registro no Censo Escolar/MEC/INEP do ano anterior, sendo contemplada:
             a) matrícula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais da mesma escola pública;
             b) matrícula em classe comum e em sala de recursos multifuncionais de outra escola pública;
             c) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional Especializado de instituição               de Educação Especial pública;
           d) matrícula em classe comum e em centro de Atendimento Educacional Especializado de instituições de Educação Especial comunitárias, confessionais ou filantrópicas sem fins lucrativos.
            Art. 9º A elaboração e a execução do plano de AEE são de competência dos professores que atuam na sala de recursos multifuncionais ou centros de AEE, em articulação com os demais professores do ensino regular, com a participação das famílias e em interface com os demais serviços setoriais da saúde, da assistência social, entre outros necessários ao atendimento.
            Art. 10. O projeto pedagógico da escola de ensino regular deve institucionalizar a oferta do AEE prevendo na sua organização:
         I – sala de recursos multifuncionais: espaço físico, mobiliário, materiais didáticos, recursos pedagógicos e de acessibilidade e equipamentos específicos;
            II – matrícula no AEE de alunos matriculados no ensino regular da própria escola ou de outra escola;
                III – cronograma de atendimento aos alunos;
                IV – plano do AEE: identificação das necessidades educacionais específicas dos alunos, definição dos recursos necessários e das atividades a serem desenvolvidas;
                 V – professores para o exercício da docência do AEE;
            VI – outros profissionais da educação: tradutor e intérprete de Língua Brasileira de Sinais, guia intérprete e outros que atuem no apoio, principalmente às atividades de alimentação, higiene e locomoção;
            VII – redes de apoio no âmbito da atuação profissional, da formação, do desenvolvimento da pesquisa, do acesso a recursos, serviços e equipamentos, entre outros que maximizem o AEE.
            Parágrafo único. Os profissionais referidos no inciso VI atuam com os alunos público-alvo da Educação Especial em todas as atividades escolares nas quais se fizerem necessários.
            Art. 11. A proposta de AEE, prevista no projeto pedagógico do centro de Atendimento Educacional Especializado público ou privado sem fins lucrativos, conveniado para essa finalidade, deve ser aprovada pela respectiva Secretaria de Educação ou órgão equivalente, contemplando a organização disposta no artigo 10 desta Resolução.
           Parágrafo único. Os centros de Atendimento Educacional Especializado devem cumprir as  exigências legais estabelecidas pelo Conselho de Educação do respectivo sistema de ensino, quanto ao seu credenciamento, autorização de funcionamento e organização, em consonância com as orientações preconizadas nestas Diretrizes Operacionais.
               Art. 12. Para atuação no AEE, o professor deve ter formação inicial que o habilite para o exercício  da docência e formação específica para a Educação Especial.
                     Art. 13. São atribuições do professor do Atendimento Educacional Especializado:
                     I – identificar, elaborar, produzir e organizar serviços, recursos pedagógicos, de acessibilidade e estratégias considerando as necessidades específicas dos alunos público-alvo da Educação Especial;
            II – elaborar e executar plano de Atendimento Educacional Especializado, avaliando a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade;
                  III – organizar o tipo e o número de atendimentos aos alunos na sala de recursos multifuncionais;
               IV – acompanhar a funcionalidade e a aplicabilidade dos recursos pedagógicos e de acessibilidade na sala de aula comum do ensino regular, bem como em outros ambientes da escola;
         V – estabelecer parcerias com as áreas intersetoriais na elaboração de estratégias e na disponibilização de recursos de acessibilidade;
               VI – orientar professores e famílias sobre os recursos pedagógicos e de acessibilidade utilizados pelo aluno; 
              VII – ensinar e usar a tecnologia assistiva de forma a ampliar habilidades funcionais dos alunos, promovendo autonomia e participação;
           VIII – estabelecer articulação com os professores da sala de aula comum, visando à disponibilização dos serviços, dos recursos pedagógicos e de acessibilidade e das estratégias que promovem a participação dos alunos nas atividades escolares.
                Art. 14. Esta Resolução entrará em vigor na data de sua publicação, revogadas as disposições em contrário.
CESAR CALLEGARI
Para conhecer mais e melhor sobre a Educação Especial, fica aqui a sugestão de uma boa leitura, acessível a todos que querem ampliar seu conhecimento.

Coleção: "A Educação Especial na Perspectiva da Inclusão Escolar"

Cada fascículo pode ser baixado no computador pessoal clicando sobre o
mesmo com o botão direito do mouse e, depois, descompactando. Para
descompactá-lo, localize o arquivo que foi baixado em seu computador (extensão
.zip) e clique sobre o mesmo com o botão direito do mouse, opção EXTRAIR TUDO.
Será disponibilizada a versão em PDF e em MEC DAYSE. Ao todo são dez fascículos:
Fasc 01 - A  escola comum inclusiva
Fasc 02 - O AEE para alunos com deficiência intelectual
Fasc 03 - Os alunos com deficiência visual baixa visão e cegueira
Fasc 04 - Abordagem bilíngue na escolarização de pessoas com surdez
Fasc 05 - Surdocegueira e deficiência múltipla
Fasc 06 - Recursos pedagógicos acessíveis e comunicação aumentativa
Fasc 07 - Orientação e mobilidade, adequação postural e acessibilidade
Fasc 08 - Livro Acessível e informática acessível
Fasc 09 -Transtornos globais do desenvolvimento
Fasc 10 - Altas habilidades -Superdotação

Pode ser acessado no site da SECADI:
http://portal.mec.gov.br

Help Desk na Idade Média: Incrível a comparação que podemos fazer com o vídeo e a tecnologia atual. O medo que aquele senhor da cena teve ao manusear o livro é o mesmo que muita gente teve ou ainda tem, ao se confrontar com um computador, notebook... Eu mesma posso dizer que estou em constante aprendizado no que se refere a informática. 

sexta-feira, 24 de maio de 2013


Rafinha 2.0 : Ao meu ver, este vídeo complementa o anterior, ou seja, muitos de nós professores encontram-se na mesma situação do senhor (Help Desk) enquanto que nossos alunos, filhos, sobrinhos... assemelham-se ao Rafinha, nasceram em meio a toda essa tecnologia e tem facilidade em utilizar esses recursos, sendo eles muitas vezes, os nossos orientadores, quando precisamos. O novo para eles é estimulador, estão sempre conectados e atualizados.
O conhecimento adquirido através de um curso a distância.
Simone Pykocz Munhoz
28 de abril de 2013.
Após a leitura dos textos do autor José Manuel Moran, é possível perceber que os cursos on-line são atualmente uma opção de formação acadêmica, possível e à disposição, desde que, pessoas interessadas sejam automotivadoras de sua própria aprendizagem. Esta modalidade de educação vem nos trazer novas oportunidades de estudos e relacionamento social.
Existem inúmeras vantagens em participar de um curso a distância, entre elas: a flexibilidade de horários, participação em ambientes virtuais, aulas semipresenciais, as videoconferências, as salas de teleconferências, onde milhares de alunos, em diferentes lugares, podem estar ao mesmo tempo, assistindo uma aula e, em seguida, realizando atividades e trabalhos on-line, e tirando dúvidas sobre o assunto em salas de bate-papo (chat). Porém, segundo Moran, no Brasil também existem cursos visando somente fins lucrativos, que organizam cursos prontos, simplificando o processo pedagógico e não se preocupando de o aluno construir o seu conhecimento. Outro porém, a maior parte desses cursos, são feitos através da internet, dessa forma, é necessário que o aluno tenha acesso à internet e a recursos tecnológicos como computador. A EAD é caracterizada não só pela dispersão de seus alunos, mas também pela heterogeneidade dos mesmos. Por possuir participantes de diferentes classes econômicas, não se pode exigir uma frequência de participação muito elevada. Ainda que uma parcela cada vez maior da população tenha acesso a esses recursos, existem muitos alunos que possuem acesso restrito a essas tecnologias e que não podem ou conseguem acompanhar o curso com a frequência desejável de acesso ao material. Alguns dos alunos possuem limitados conhecimentos desses recursos e, portanto grande dificuldade de se conectarem e usufruírem de forma plena de cursos a distância.
Adquirir conhecimentos através do curso de AEE na modalidade a distância é um privilégio visto que, o objetivo é aprender cada vez mais sobre as deficiências e limitações de meus alunos e assim, poder auxiliá-lo e orientá-lo em suas dificuldades. A maior conquista referente
a este curso é de estar matriculada nele e de saber que irei adquirir uma bagagem de conteúdos que ampliarão meus conhecimentos e refletirão na minha prática pedagógica. Acredito que a maior dificuldade encontrada é a disponibilidade de tempo e horário para estudos, mas sei que deverei ter organização, dedicação e principalmente automotivação para obter o almejado sucesso. As aulas presenciais são importantes para a interação e troca de experiências do grupo. O ser humano desde os primórdios dos tempos, sempre teve a necessidade de estar em contato com  o outro, portanto esses momentos serão de grande valia em nossa formação, nos conhecendo, trocando experiências e, também em outros momentos, podendo interagir com as colegas, utilizando-se das ferramentas disponibilizadas no ambiente virtual.