domingo, 26 de maio de 2013

 “Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais…” (Rubem Alves)



Não se pode limitar a visão da inclusão, apenas pela inserção de crianças com síndromes ou deficiências em turmas de ensino regular. Esta inclusão deve referir-se a um novo redimensionar, desencadeando uma aprendizagem de melhor qualidade para todos.




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