“Ensinar é um exercício de
imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos
aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não
morre jamais…” (Rubem Alves)
Não se pode limitar a
visão da inclusão, apenas pela inserção de crianças com síndromes ou
deficiências em turmas de ensino regular. Esta inclusão deve referir-se a um
novo redimensionar, desencadeando uma aprendizagem de melhor qualidade para
todos.
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